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Prefeitura remove Palmeiras Imperiais para serem replantadas na Praça - Notícias - Portal Prefeitura Municipal de Severínia-SP
 Meio Ambiente 
Prefeitura remove Palmeiras Imperiais para serem replantadas na Praça
07/10/2013

Uma grande mobilização da Prefeitura através da Secretaria de Obras, equipe de meio ambiente e voluntários aconteceu durante o mês de Maio para retirar as Palmeiras Imperiais que estavam no trevo e replanta-las na praça de esportes do prolongamento da Avenida Severino Secchieri.

As palmeiras estavam plantadas no local há cerca de trinta e anos e precisaram ser retiradas devido a construção de um novo dispositivo de segurança, que faz parte das obras de modernização da SP-322 e irá substituir o antigo trevo.

Para que a operação fosse possível foram utilizados trator, maquina escavadeira, guindaste e uma carreta.

Segundo o setor de meio ambiente o procedimento apesar de grande e trabalhoso foi simples, já que o solo da praça é igual ao solo do trevo. Agora será preciso aguar todos os dias até que a planta de restabeleça. As folhas foram cortadas para evitar a desidratação.

Saiba mais sobre essa curiosa espécie que já representou o poder da monarquia brasileira. A palmeira-imperial (Roystonea oleracea (Palmae) ou Oreodoxa oleracea), também chamada palmeira-real2 , é uma palmeira originária das Antilhas3 . Pertence ao género botânico Roystonea da família Arecaceae. Foi aclimatada pelos franceses no jardim botânico La Gabrielle, instalado na Guiana Francesa e depois transferida para o Jardin de Pamplemousse, nas Ilhas Maurício3 .

No Brasil, o primeiro exemplar de Roystonea oleracea, a Palma Mater, foi plantada no Jardim Botânico do Rio de Janeiro pelo príncipe regente dom João VI, em 1809 4 5 . Fora presenteada a dom João VI por um dos sobreviventes de uma fragata, o oficial da Armada Real Luís Vieira e Silva. Por um erro histórico, dizia-se que tinha sido trazida do Jardim Gabrielle, de onde vieram muitas plantas, principalmente durante as Guerras Napoleônicas.

Porém o Jardim Gabrielle era nasGuianas e as primeiras plantas que chegaram ao Brasil, na verdade, vieram das Ilhas Maurício, do Jardim La Pamplemousse, obtidas clandestinamente por Luiz de Abreu Vieira e Silva, que as ofereceu a dom João VI. Quando foi plantada por dom João VI, a primeira Roystonea oleracea (Palmae) brasileira passou a ser conhecida como palmeira-imperial 6 . A Palma Mater floresceu pela primeira vez em 1829. Deste exemplar plantado em 1809, descendem todas as palmeiras-imperiais do Brasil, daí sua denominação de Palma Mater. A Palma Mater foi destruída por um raio em 1972.

Tinha, naquela época, 38,70 metros de altura. O tronco foi preservado e encontra-se em exposição no Museu Botânico. Em seu lugar, foi plantado outro exemplar, simbolicamente chamado de Palma Filia, oriunda de uma semente da palmeira original. Segundo Roseli Maria Martins d’ Elboux, mestre em história e fundamentos da arquitetura e do urbanismo, o plantio das palmeiras-imperiais se tornou comum no Rio de Janeiro em meados do século XIX, diante da "necessidade do fortalecimento simbólico do Segundo Império". Pode ser procedente a história segundo a qual as sementes da palmeira-imperial foram distribuídas aos súditos como sinal de proximidade ou lealdade ao poder central e tenham, assim, se tornado o "símbolo do Império". "Desse modo, depois de alguns anos, a espécie vincula-se definitivamente à imagem do poder monárquico, à ideia de nobreza, distinção e classe" 3 .

Fonte : Wikipedia.

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